Fim do Meu Mundo

Prodígio

  • Genero:
  • Website: Não informado.
  • Nacionalidade: Brasileira
  • Enviado por: Defensora

Letra da música

Prodígio - Fim do Meu Mundo

Música enviada por: Defensora

Quando eu deixar que me digam como fazer isso
Eu deixo de fazer isso porque o meu compromisso
É com esses putos que eu acredito que nasceram para isso
Não é tipo que aguentam pessoas, não é tipo que há bué serviços

Lá no hood, governantes nos ignoram sem motivos
Vendem mais pilulas do dia seguinte do que preservativos
Mais esquadras do que hospitais onde é que já se viu isso?
Se fores do bairro, tu tens plena noção disso

Se dependesse deles morriamos todos submissos
Aqui não acabar a comida no prato é um desperdício
Por isso é que eu não deixo que eles mudem o Prodígio
Eu sou esperança desses putos o meu rap é maciço
Eu tenho duas bolas entre as pernas eu morro por isso
Eu tenho duas balas nessa arma eu mato por isso
Eles dizem que eu sou frustrado por acreditar nisso
Uma mistura de sentimentos o meu rap é mestiço

Então não deixo que eles digam ao mais badi
Que ele tá errado por se sentir o mais badi (Monsta)
Ele tem direito de se sentir o mais badi
Se têm problema com o problema então fuck everybody!

Não matem os Xuxus
Não matem os Deezys
Não matem os Motas
Não matem os Emana Cheezys
Deezy!
A vossa geração não precisa de inspiração
Precisa de um ganha pão

Quando deixar que eles vos digam o contrário
Me chamem de otário, mas eu não sou otário
Eu sou o puto que mudou a história das lendas
Eu sou lendário
Paulo Flores, 15 anos antes do bolo de aniversário
Inconveniente eu sou um mal necessário
E se eles querem guerra, eu queimo toda a roupa
Meu puto eu juro que eu só vou pôr armas no armário
Parem de roubar o nosso salário

Quando eu deixar que alguém que eu não conheça
Me faça a cabeça com conversa controversa
Já perdi uma peça, tou a mudar com a conversa
Não perdi a conversa, eu perdi a cabeça

Eu sou o nigga que no meio da multidão
Todos de branco eu tou vestido de preto
Yeah Yeah, Fuck You (Ya)
Mano eu não sigo rebanhos, não sou ovelha
E antes de mandares pedras para aqui
Checka bem a tua telha

Não quero ser como vocês, eu não sou como vocês
A única coisa que temos em comum é que falamos Português
Eu sei que é carne que temos, eu sei que é sangue que temos
Mas quando nós morremos as pessoas não vão sentir o mesmo

Vocês não me vendem sonhos mano eu tou lúcido
Pa entender a estupidez desses manos tinha que ser estúpido
Eu não sou cópia, mano o meu rap é único
Eu sou privado, lembra que tu é que és público

Eu sou o que sou, não o que tu queres que eu seja
Porque eu já era quem sou
Antes de tu quereres que eu fosse aquilo que tu qeures que eu seja

No dia em que vocês tiverem certos
Por dizer que um gajo tá errado por ser aquilo que um gajo é
Eu vou preferir ser cego, surdo e mudo
Porque no dia em que eu aceitar isso
Vai ser o dia do Fim Do Meu Mundo
Não o dia do fim do mundo
Mas o dia do Fim Do Meu Mundo

letrasdemusicas.com.br Esta letra foi retirada do site www.letrasdemusicas.com.br

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