Eminência Parda (Part. Dona Onete, Jé Santiago, Papillon)

Emicida

  • Genero: Hip Hop / Rap
  • Website: Não informado.
  • Nacionalidade: Brasileira
  • Enviado por: Letras de Músicas

Letra da música

Emicida - Eminência Parda (Part. Dona Onete, Jé Santiago, Papillon)

Música enviada por: Defensora

Muriquinho pequinino, muriquinho pequinino
Purugunta aonde vai, purugunta aonde vai

Escapei da morte, agora sei pra onde eu vou
Sei que não foi sorte, sempre quis tá onde eu tô
Não confio em ninguém, não
Muito menos nos po-po (Fuck the police)
Dinheiro no bolso, meu pulso todo congelou (Yeah)
Foi antes dos show (Antes dos show)
Bem antes do blow (Antes do blow)
Tava com meus bro, antes do hype e os invejoso
Escapei da morte, agora sei pra onde eu vou
Sei que não foi sorte

Ok
Eram rancores abissais (Mas)
Fiz a fé ecoar como catedrais
Sacro igual Torás, mato igual corais
Tubarão voraz de saberes orientais
Meu cântico fez do Atlântico um detalhe quântico
Busco em mim nos temporais (Vozes ancestrais)
Num se mede coragem em tempo de paz
Estilo Jesus 2. 0 (Carai, Jesus 2. 0)
Caminho sobre as água da mágoa
dos pangua que caga essas regra que me impuseram
Era um nada, hoje eu guardo um infinito
Me sinto tipo a invenção do zero
Não sou convencido, (não)
Sou convincente
Aí, vê nas rua o que as rima fizeram
Da pasta base pra base na pasta, o mundão arrasta
Milhão, minha casta voa, ping-pong
Afasta bosta, basta mente, 'rasta a vida
Hei, calibra o yin-yang
Igual cineasta eu busco a fresta, ofusco a festa
Mira a testa, eu mando o Kim Jong, master (?)
Eu decido se cês vão lidar com King ou se vão lidar com Kong
Tipo as tecla, vim da vida seca
Tudo era o Saara, o Saara, o Saara
Abundância meta, tipo Meca
Sou Thomas Sankara, que encara e repara
Pique recém-nascido cercado de cheque
Mescla de Vivara, Guevara, lebara
Minha caneta tá fodendo com a história branca
E o mundo grita: "não para, não para, não para"
Então supera a tara velha nessa caravela
Sério, eu paro a (?) , escancaro a tela em perspectiva
Eu subo, quebro tudo e eles chama de conceito
Eu penso que de algum jeito trago a mão de Shiva
Isso é Deus falando através dos mano
Sou eu mirando e matando a Klu
Só quem driblou a morte pela Norte saca
Que nunca foi sorte, sempre foi Exu

Meto terno por diversão
É subalterno ou subversão?
Tudo era inferno, eu fiz inversão
A meta é o eterno, a imensidão
Como abelhas se acumulam sob a telha
Eu pastoreio a negra ovelha que vagou dispersa
Polinização pauta a conversa
Até que nos chamem de colonização reversa

Não tem dor que perdurará
Nem teu ódio perturbará
A missão é recuperar
Cooperar e empoderar
Já foram muitos anos na retranca
Mas preto não chora, mas não levanta
Me implora, penhora a bandeira branca
Não cansa a garganta com tantas (?)
Não. fuck a tensão
A nossa
Fuck all pressão
Não tem outra opção
Até estar tudo em pratos limpos (?)
A partida agora é papo reto sem rodeio
olha direto nos olhos do preto sem receio
Dizem que o (?)
Cheguei, rimei, ganhei, suguei

Escapei da morte, agora sei pra onde eu vou
Sei que não foi sorte, sempre quis tá onde eu tô
Não confio em ninguém, não
Muito menos nos po-po (Fuck the police)
Dinheiro no bolso, meu pulso todo congelou (Yeah)
Foi antes dos show (Antes dos show)
Bem antes do blow (Antes do blow)
Tava com meus bro, antes do hype e os invejoso
Escapei da morte, agora sei pra onde eu vou
Sei que não foi sorte, eu sempre quis tá onde eu tô

Muriquinho pequinino, muriquinho pequinino
Purugunta aonde vai, purugunta aonde vai

letrasdemusicas.com.br Esta letra foi retirada do site www.letrasdemusicas.com.br

Informações da música

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